Sessão Zumbi especial: The Walking Dead is alive

Por Lyra Libero 13 de junho de 2011 Editar postagem


Vamos a edição especial da nossa coluna sobre cinema zombie, em clima de dia dos namorados! Mas não é somente a data dessa coluna que está diferente. Hoje, excepcionalmente, não é de cinema que vamos falar. É sobre The Walking Dead.

Todo mundo pirou quando assistiu aos 6 episódios da série televisiva muito, muito bem feita, que trouxe os zumbis de volta do beco, certo? Como até já foi dito aqui no blog, a série é inspirada na história em quadrinhos homônima, de Robert Kirkman. Eu já li e reli os 85 episódios da HQ, e vou dizer: merece cada linha do que irei falar aqui. Não é cinema, mas merece uma edição especial de Sessão Zumbi!

A história foi criada e escrita por Kirkman e o desenhista Tony Moore, substituído por Charlie Adlard, em 2003. Não chamou a atenção no começo, mas TWD é uma daquelas séries em quadrinhos que só melhoram com o tempo, a cada arco, cada edição. Não é a toa que o número de fãs cresceu muito.


Quando lemos a HQ, já notamos algumas diferenças de enredo com a série. Por exemplo, aquela história de CDC que vemos no episódio 6 da série (“TS-19”) não existe na HQ. Mas longe de querer diferenciar ou menosprezar as duas formas em que a história existe, quem lê a HQ não consegue deixar de torcer para que a série mantenha a fidelidade com que começou. O primeiro episódio (“Days Gone Bye”) é quase um live action dos quadrinhos.

Então vamos ao HQ: dividido em arcos, ou sagas, a história gira em torno de Rick Grimes e seu filho Carl. Não é o motivo pelo qual as pessoas viraram walkers, que chama a atenção: é a sobrevivência e o que ela faz com as pessoas que não são zumbis.

Essa temática começou a ser levantada pelo diretor George A. Romero, que em sua obra,
trouxe o apocalipse zumbi como uma forma de rompimento dos nossos lugares comuns. Os zumbis são nossos parentes, vizinhos.

Em TWD, a sobrevivência vem em primeiro lugar. Rick Grimes luta para encontrar sua família, e feito isso, busca com um grupo de sobreviventes, um lugar para viver com segurança e tranqüilidade, sem medir esforços.

Se você quer conhecer os zumbis além das séries e filmes, leia os quadrinhos. Vou indicar aqui a forma com que eu leio, através do site http://www.thewalkingdead.com.br, que tem TODAS edições para serem lidas on-line ou folheadas, tanto em português quanto inglês. Espero que os walkers possam deixar você querendo mais, como eu estou agora, aguardando a próxima edição. E em outubro, nos vemos na série.

Confira uma animação da HQ TWD feita por fãs da série (não seria lindo ter, além da série televisiva, uma série de animação?)


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Autora
Lyra Libero, jornalista em jaqueta de couro, insomaniac, com banda de rock e leves tendências a filme b. Assina na coluna Sessão Zumbi. Saiba mais...
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  • 3 Comentários

    os mortos andantes. é bom mesmo, por enquanto só vi a série, ainda preciso ler o quadrinho, que ja deu uma olhada por cima tem traços bem fortes e sombrios. nada como acordar no meio do apocalipse zumbi para despertar nossos instintos mais básicos de sobrevivência, e é isso q twd nos mostra, pessoas seguindo instintos.

    o traço do TWD é excelente. Depois do Sandman, é o quadrinho que acho melhor.

    Excelente texto Lyra, mais uma vez surpreendendo! Parabéns!

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